| Escrito por Redacção,
em 08-02-2012 18:46
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Em 2012, a
Fundação Bial vai atribuir 340 mil euros à melhor investigação médica. Este
ano, o Prémio BIAL quer alargar leque de candidaturas internacionais. Em 15
edições, a Fundação BIAL já distinguiu mais de 87 trabalhos de investigação
A Fundação BIAL abriu, em Janeiro, as candidaturas
à 15ª edição do Prémio BIAL, um dos maiores prémios dedicados à investigação
científica na área da Medicina em toda a Europa. Ascendendo a 340 mil Euros, o
Prémio BIAL contempla a investigação básica e a pesquisa clínica através de
duas modalidades: o Grande Prémio BIAL de Medicina e o Prémio BIAL de Medicina
Clínica.
Para o presidente da Fundação BIAL, Luís Portela,
"ao longo dos tempos tem sido notório o interesse crescente que o Prémio BIAL
tem despertado junto dos investigadores europeus e norte-americanos, que
aparecem a concurso a par de nomes de referência da investigação nacional e de
outros profissionais não tão conhecidos, mas já com obra notável".
Nesta 15ª edição do Prémio BIAL, Luís Portela
realça que "a Fundação BIAL tem como grande objectivo atrair os melhores
profissionais de saúde em Portugal e, cada vez mais, os melhores profissionais
de saúde de todo o mundo, continuando a premiar e a incentivar a investigação
médica".
No valor de 200 mil euros, o Grande Prémio BIAL de
Medicina visa distinguir trabalhos de índole médica de grande qualidade e
relevância científica. O Prémio BIAL de Medicina Clínica, no valor de 100 mil
euros, premeia um tema livre dirigido à prática clínica. Nesta edição, as menções honrosas têm
o valor de 10 mil euros cada, podendo
o júri eleger até quatro trabalhos com esta distinção.
Para além do valor monetário, o Prémio BIAL
contempla igualmente a edição exclusiva, com uma tiragem de cerca de dez mil
exemplares, do trabalho vencedor do Prémio BIAL de Medicina Clínica e de
algumas das obras galardoadas, para divulgação e distribuição gratuita junto
dos profissionais de saúde.
O júri da edição Prémio BIAL 2012 é presidido pelo
professor António de Sousa Pereira
e constituído por representantes das Escolas de Medicina Portuguesas,
nomeadamente os professores Miguel Castelo-Branco (FCS/UBI), Maria João Marques
Gomes (FCM/UNL), Adelino Leite Moreira (FMUP), António Martins da Silva
(ICBAS/Porto), Luís Providência (FMUC), Nuno Sousa (ECS/UM) e Rui Victorino
(FMUL).
Atribuído de dois em dois anos o Prémio BIAL foi
instituído em 1984 e visa distinguir e divulgar trabalhos de grande repercussão
na área da investigação médica. Desde a sua constituição o Prémio BIAL já
analisou 518 obras candidatas e mobilizou 1156 investigadores, médicos e
cientistas, tendo distinguido 227 autores (87 obras premiadas). Entre os
trabalhos premiados foram editadas e distribuídas gratuitamente junto dos
profissionais de saúde 32 obras, num total de cerca de 300 mil exemplares.
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