| Escrito por MMM,
em 18-07-2010 10:42
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O Alto Comissariado da Saúde (ACS) pretende
envolver um conjunto alargado de instituições na elaboração do Plano Nacional
de Saúde (PNS) 2011-2016. Este processo visa "maximizar os ganhos em saúde da
população através do alinhamento e integração de esforços sustentados de todos
os sectores da sociedade, com foco no acesso, qualidade, políticas saudáveis e
cidadania".
Na reunião do conselho consultivo, que teve lugar
no passado dia 13 de Julho, no Infarmed, estiveram presentes numerosas
instituições, entre as quais a Associação Portuguesa de Médicos de Clínica
Geral (APMCG), representada pela médica de família e vice-presidente da
Associação, Rubina Correia.
Entre os temas discutidos na reunião destaca-se o
papel das instituições na redução das desigualdades, os instrumentos de
avaliação do impacto em saúde decorrente da sua actividade, assim como formas
de articulação intersectorial.
"Uma vez que todos nós estamos entregues às nossas
próprias acções, temos que ser co-responsáveis no alinhamento de directrizes em
termos de políticas de saúde para que, numa era movida pelo conceito de gestão,
se obtenha o máximo de proveitos em saúde", sublinha Rubina Correia. Os
cuidados de saúde primários demonstraram ser determinantes na obtenção de
ganhos em saúde, a baixo custo e de modo transversal a toda a população, daí
que os médicos de família tenham "um papel basilar no desenrolar de todo este
processo".
Neste âmbito, "a aplicabilidade prática dos
programas de saúde no dia-a-dia efectivo do médico de família" surge como uma
das principais preocupações da APMCG.
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